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Tireoidectomia Total x Tireoidectomia Parcial: Qual a diferença e quando cada uma é indicada?

Temo de leitura: 2 minutes.
Atualizado em: 03/12/2025.

Tireoidectomia Total x Tireoidectomia Parcial

A tireoidectomia, cirurgia para retirada da glândula tireoide, é um dos procedimentos mais comuns realizados por cirurgiões de Cabeça e Pescoço. Mas uma dúvida muito frequente é: é preciso retirar toda a tireoide ou apenas parte dela?

Com a evolução da medicina e dos estudos científicos, essa decisão passou a ser tomada de forma mais individualizada, considerando os riscos, sintomas, tipo de nódulo ou tumor e as chances de cura.

O que é retirado em cada tipo de tireoidectomia?

  • Tireoidectomia total: remoção completa da glândula (lobos direito, esquerdo e istmo)
  • Tireoidectomia parcial: retirada de apenas um lobo da tireoide e o istmo

Atualmente, ressecções parciais são indicadas com mais critério, especialmente em casos benignos ou tumores de comportamento favorável.

Quando a tireoidectomia parcial pode ser suficiente?

Em casos de:

  • Nódulos benignos unilaterais, com sintomas como desconforto ou dificuldade para engolir
  • Tumores malignos pequenos, localizados e sem sinais de agressividade

Essa abordagem preserva parte da glândula, o que pode evitar a necessidade de reposição hormonal permanente.

Quando a tireoidectomia total é a melhor opção?

A retirada completa da tireoide é indicada quando o tumor apresenta algum fator de maior risco, como:

  • Tamanho maior que 4 cm
  • Invasão da cápsula da tireoide ou de estruturas vizinhas
  • Subtipos celulares agressivos
  • Presença de metástases nos linfonodos do pescoço
  • Invasão de nervos ou vasos (perineural ou vascular)
  • Multifocalidade (mais de um foco de tumor ao mesmo tempo)

Nestes cenários, a tireoidectomia total oferece maior segurança oncológica e chance de cura.

O papel do especialista na decisão

Cada caso deve ser avaliado com atenção, através de exames clínicos, ultrassonografia e punção aspirativa. A decisão entre uma abordagem total ou parcial deve levar em conta também:

  • Idade do paciente
  • Presença de comorbidades
  • Expectativas quanto ao tratamento
  • Potencial necessidade de radioiodoterapia no pós-operatório

Agende sua consulta com a Dra. Adriana Brasil

A Dra. Adriana Brasil avalia com precisão cada caso, indicando o tipo de tireoidectomia mais seguro e adequado para você. Com experiência em cirurgia oncológica e abordagem conservadora quando possível, você terá acompanhamento completo e atencioso em todas as etapas do seu tratamento.

Dra.Adriana Brasil

CRM 87876-SP

Cirurgiã de Cabeça e Pescoço RQE nº 22482 e Cirurgiã Oncológica RQE nº 122146.
Formada em Medicina pela UNICAMP, com especialização em cirurgia oncológica pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), com mais de 25 anos de experiência.

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